Lampejos no silêncio…
É no silêncio do interior
Que reverdescem as ideias lindas.
Como lampejos a sorrirem.
Vêm de longe.
Das profundezas de nós mesmos.
Um mar imenso, tecido de ondas.
Encadeadas.
Como elos.
Umas mansas. Outras bravas.
Nos dão tendências.
Formas de ser.
O nosso molde.
A nossa marca.
São gostos.
Reminiscências.
Terras já vistas.
Onde e quando.
Ninguém sabe dizer.
Olhos castanhos. Esverdeados.
Cabelos negros corridos.
Como veias de água
Duma fonte distante.
Aquele sorriso aberto.
Sempre presente.
Uma casa cheia.
Vem do passado.
Um punhado de tudo
Nos enche o ser.
Donde vivemos a cada instante.
É a nossa cor.
Nossa maneira de estar.
Grande mistério.
O mar do amor…
Mafra, 3 de Agosto de 2014
7h00
dia cinzento
Joaquim Luís Mendes Gomes
É no silêncio do interior
Que reverdescem as ideias lindas.
Como lampejos a sorrirem.
Vêm de longe.
Das profundezas de nós mesmos.
Um mar imenso, tecido de ondas.
Encadeadas.
Como elos.
Umas mansas. Outras bravas.
Nos dão tendências.
Formas de ser.
O nosso molde.
A nossa marca.
São gostos.
Reminiscências.
Terras já vistas.
Onde e quando.
Ninguém sabe dizer.
- Deste eu gosto…
- Daquele não.
- Porque será?…
Olhos castanhos. Esverdeados.
Cabelos negros corridos.
Como veias de água
Duma fonte distante.
Aquele sorriso aberto.
Sempre presente.
Uma casa cheia.
Vem do passado.
Um punhado de tudo
Nos enche o ser.
Donde vivemos a cada instante.
É a nossa cor.
Nossa maneira de estar.
Grande mistério.
O mar do amor…
Mafra, 3 de Agosto de 2014
7h00
dia cinzento
Joaquim Luís Mendes Gomes
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